Gestão do processo de design de arquitetura efêmera em museus

O presente trabalho discute a gestão de projetos de exposições em museus e apresenta um modelo de referência para o processo de projeto de arquitetura efêmera no contexto museal. Nesse modelo são estabelecidas fases para o processo projetual e seus produtos, priorizando os conceitos de projeto integrado. O termo de referência assume um núcleo de coordenação, formado por três agentes variáveis de acordo com a natureza do museu. Por meio do método de pesquisa-ação, o modelo foi implementado e validado no projeto de um museu universitário. Os resultados da implementação são discutidos e apontam para o fato de que os mecanismos de colaboração e comunicação durante o processo de projeto e a adoção dos princípios de projeto integrado são fundamentais para o sucesso dos empreendimentos em arquitetura efêmera. A gestão de projetos de museus e espaços museográficos têm crescido em complexidade, particularmente na sua fase de concepção. Contribui para isso o reduzido ciclo de vida dos empreendimentos, a arquitetura efêmera, que supõe pouco tempo para projetação, execução e montagem. Soma-se a mudança de significado que os espaços museográficos tiveram em anos recentes, com a interação entre acervo, ambiente construído e público, gerando um briefing mais dinâmico e complexo.

VEIGA, Ana Cecília Rocha; ANDERY, Paulo Roberto. Gestão do processo de design de arquitetura efêmera em museus. Ambiente Construído, Porto Alegre, v. 14, n. 4, p. 201-215, out./dez. 2014.

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